Oito em cada dez brasileiros têm adotado hábitos sustentáveis no dia a dia, segundo o que revelaram os dados de uma pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgados pela entidade no último dia 31 de janeiro. De acordo com as notícias do levantamento, 81% da população adotaram (sempre ou na maioria das vezes) hábitos ambientalmente sustentáveis em 2023, percentual que era de 74% em 2022.
No que se refere às práticas de conservação do meio ambiente, o estudo da CNI apontou que, no ano passado:
- 92% das pessoas afirmaram que evitaram jogar lixo nas ruas;
- 90% disseram que evitaram o desperdício de água;
- 90% afirmaram que evitaram o desperdício de comida;
- 89% afirmaram que evitaram o desperdício de energia;
- 78% disseram que reduziram a geração de lixo;
- 74% afirmaram que reutilizaram ou reaproveitaram água;
- 70% afirmaram que reutilizaram ou aproveitaram embalagens de produtos;
- 70% disseram que reduziram o uso de embalagens;
- 64% disseram que separam o lixo para a reciclagem;
- 59% afirmaram que deram preferência a produtos sustentáveis e ecológicos;
- 55% disseram que preferiram usar meios de transporte menos poluentes;
- 22% afirmaram que atuaram como voluntários em alguma ação de proteção ao meio ambiente.
“Todos temos de fazer a nossa parte: governo, sociedade e setor produtivo juntos, no que cabe a cada um para viabilizar a descarbonização da economia”, acentuou o presidente da CNI, Ricardo Alban. “Temos de entrar em um ciclo virtuoso para impulsionar o país para uma economia mais sustentável e alinhada à conservação do planeta e à promoção do bem-estar social”, acrescentou ele.
Em contrapartida, ainda conforme o que apontou o levantamento da Confederação Nacional da Indústria, estão entre os principais entraves para práticas sustentáveis:
- Falta de campanhas de conscientização;
- Hábitos ruins;
- Desconhecimento;
- Falta de vontade;
- Esquecimento;
- Custo;
- Não considerar importante;
- Falta de tempo; e
- Falta de educação.
Mais dados e informações sobre o tema estão disponíveis na íntegra da pesquisa da CNI.